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Humor de 1ª na Segunda (132)

Crents é uma web série em 7 episódios e narra as desventuras de um grupo de amigos, com o mundo evangélico como pano de fundo. A fase de pré-produção começou em outubro de 2008, as gravações tiveram início em abril de 2009 e se estenderam até setembro de 2010. Foram mais de 60 horas de filmagens e mais de 250 de edição. Mais de 100 páginas de roteiro e incontáveis bules de café.

1º Episódio




2º Episódio



Toda quinta-feira, um novo episódio.
No site oficial - www.crents.com.br você
tem acesso a todos episódios, extras, bastidores.

Retratos & Reflexos (131)

 Uma divertida homenagem do Google
à lembrança de Freddie Mercury.

Humor de 1ª na Segunda (131)

 No dia do "cara", uma charge, de Tiago Maci.

Retratos & Reflexos (130)

O pessoal fantástico do Take 6 está no Brasil e pela primeira vez não fui vê-los... Resta aproveitar o material colocado na rede, como o bis do show de segunda (29/8), no Bourbon Street, com a música Mary:

Se você não conhecia, curta uma versão de Spread Love. Escolhi uma participação em um programa de entrevistas que está limpa, ou seja, sem efeitos e sem uma mixagem e captação perfeitas ou adequadas, para você perceber que, mesmo em condições adversas, os caras são muito bons!


Humor de 1ª na Segunda (130)


Via: Humor Cristão, de Jasiel Botelho

Uma charge fala mais do mil matérias


Os chargistas às vezes são mais eficazes em seus traços do que os jornalistas em suas palavras. Um exemplo é o Fernandes, ilustrador do Diário do Grande ABC, retratado na edição 270 da Revista Imprensa (seção Traço). E você? Qual seu ilustrador - de jornal impresso ou revista - favorito?

Retratos & Reflexos (129)

Um quarteto de um só, na execução de clássicas composições cinematográficas de John Williamns:

Humor de 1ª na Segunda (129)

9uem diria que o pessoal da Vila do Chaves tinha um gosto musical tão apurado?
Chop Suey, by System of Down (Via: Bombou na Web)

Ficção, realidade e manipulação

RELIGIÃO, RÁDIO E TV
Sobre pastores e astrólogos
Por Ulisses Capozzoli em 15/08/2011 na edição 655
Num seminário recente, no Rio, ouvi o relato de um dos componentes da mesa sobre a reação de parte de crianças à ideia de o universo ter a idade aproximada de 14 bilhões de anos, informação que os jornais divulgam quase diariamente. Essas crianças, que frequentam determinado espaço dedicado à ciência – influenciadas pelo criacionismo e interpretações fundamentalistas religiosas do mundo – segundo o palestrante, sorriem com desdém sobre a científica idade do cosmos.

Isso significa que, antes de estarem criticamente maduras para uma apreciação sensível, inteligente e promissora da natureza, estão mentalmente dominadas pelo dogmatismo de fundo religioso que ameaça retroceder o pensamento a uma repugnante idade das trevas. E o mais desconcertante: o palestrante diz que “respeita esse tipo de interpretação”.

Isso não seria paradoxal se, um par de minutos depois, ele não exibisse uma arte das constelações zodiacais e, em seguida, fizesse provocativas críticas à astrologia. A questão aqui é a seguinte: se ele aceita ideias arcaicas e sem sentido, promessas despudoradamente falsas e “milagres” deslavadamente mentirosos que uma legião de “pastores” propaga diuturnamente em programas de rádio e TV, por que criar caso com a astrologia?

A resposta, a meu ver, é simples e direta: covardia e ausência de integridade científica. Não estou acusando uma pessoa em particular – isso não faria sentido. Estou me referindo a uma tendência, visível a olho nu, de se “respeitar” farsas que são verdadeiros casos de polícia, envolvendo estelionato, entre outros crimes, mas ao mesmo tempo não perdoar astrólogos.    (Leia na íntegra)

Capa(s) da Semana
A vitória que levou a seleção brasileira à final da Copa sub-20 na quarta-feira à noite, foi destaque em praticamente todos os jornais mexicanos, mesmo com o time local derrotado, a exemplo do Reforma:
No Brasil, então, a mesma coisa aconteceu, não é? Errado. Em consulta ao Newseum, só um jornal tupiniquim deu grande destaque na primeira página: O Diário do Pará (abaixo). Será que estamos virando um país sério, onde a preocupação maior é a política, economia e a sociedade? Não sei porque, mas lembrei de uma antiga música, que dizia: "Sonho meu, sonho meu"...

Retratos & Reflexos (128)

Tentei achar alguma foto interessante com o nome "Sábado Negro", mas não consegui. Contentei-me com "Tempestade de Sábado à noite", do fotógrafo Alceu Baptistão.

Os caras estão de volta?
Rola um papo que a formação do Black Sabbath com Ozzy Osbourne se efetivaria neste segundo semestre. Mas, pelo teor da nota divulgada por Tony Iommi, parece que tudo não passa de especulação. Vamos torcer e esperar pra ver e ouvir! Enquanto isso, vale a pena relembrar:

Humor de 1ª na Segunda (128)

Depois o pessoal vem falar que a competição
no ambiente profissional é saudável...

De Piauí a Berlim

Durante muito tempo a revista CarosAmigos era uma das principais vozes do jornalismo de esquerda. Denúncias reverberavam pelas linhas escritas por jornalistas competentes e capitaneadas pelo grande Sérgio de Souza. Com a morte deste, em 2008, o coração da revista parou de bater.
Agora, no quesito repercussão, começa a tomar espaço a revista Piauí. O mais interessante é que esta revista foi idealizada em 2006 pelo documentarista carioca João Moreira Salles, conta com a direção do jornalista Mario Sergio Conti e tem por princípio ser um espaço do chamado new journalism, estilo imortalizado por Trumam Capote, Gay Talese,Tom Wolfe, que mais do que divulgar uma notícia, preferiam contar uma história. No espaço resumido dos periódicos, isso era quase impossível, o que só ganhava espaço em revistas ou mesmo em livros-reportagem. Atualmente, o sítio da Piauí está abrigado no Grupo Estado, que destaca: "(...) depois de passar por outros portais na internet, a direção da Piauí buscava um endereço que tivesse o mesmo espírito editorial da publicação, voltada para temas de interesse geral e pautada por grandes reportagens, para abrigar o seu site. Procuraram o Grupo Estado por ver similaridade na postura editorial".
Enfim, em um país onde partidos não têm identidade - nem compromisso ético - não há que se falar mais em esquerda ou direita. Nem em jornalismo de oposição. Talvez, seja até melhor. Afinal, o compromisso do jornalismo não deve ser com uma ou outra bandeira, mas, sim, com o interesse público. Mas, por enquanto, como diz a música: "Alguma coisa está fora da ordem"...


Revista que derrubou ministro se esgota nas bancas em quatro dias
Daniela Ades* | 11/08/2011 12:45

Apesar de esperada, a repercussão da última edição da revista Piauí (59), lançada na última sexta-feira (5), fez com que os 58 mil exemplares distribuídos nas bancas se esgotassem em quatro dias e uma nova remessa de 15 mil exemplares fosse encomendada às pressas.
Pela segunda vez consecutiva, a revista publicou matérias polêmicas que repercutiram amplamente na mídia. Na edição passada (58), a Piauí trouxe um polêmico perfil do presidente da CBF, Ricardo Teixeira. Após a reportagem, um movimento na internet pediu a saída do cartola da entidade.
Nesta edição (59), a reportagem de Consuelo Dieguez revelou comentários do ex-ministro da Defesa, Nelson Jobim, criticando colegas de governo. Sua fala, antecipada pela Folha de S.Paulo na quinta-feira (4), reverberou na imprensa e culminou no afastamento de Jobim do cargo pela presidente Dilma Rousseff.
(Leia na íntegra - Revista Imprensa)

Capa da Semana
E esta semana o Brasil foi matéria de primeira página em diversos jornais alemães. O assunto não era economia, turismo ou política, mas sim, o vexame canarinho no jogo amistoso. O que chamou a minha atenção no jornal Passauer Neue Presse, foi a manchete da notícia logo abaixo da chamada para o destaque esportivo. À primeira vista, o pensamento foi inevitável: Será que os jornalistas alemães estariam xingando o técnico brasileiro???

Retratos & Reflexos (127)


Viver em uma megalópole como São Paulo é aprender a viver em meio ao barulho. Algumas vezes, o silêncio até assusta. Mas, para conversarmos com o nosso interior, é indispensável aprendermos a silenciar tudo a nossa volta e, talvez o mais difícil, silenciar nossa voz interna. É um exercício. Alguns chamam de meditação, outros de introspecção, há quem chame de loucura. Mas, a solitude é o caminho mais rápido para a busca da espiritualidade. Pensei nisso ao ver a imagem acima (Solitude, de Ruben Lopes) e ao ouvir a composição do seu quase xará, Rubem Amorese (letra) e Toninho Zemuner (música, produção e edição), No monte, interpretada por Hélvio Sodré (voz) e Marcelo Elias (guitarra).


No monte
Quase me esqueço da vida, aqui;
Quase me esqueço de mim.
Brisa cheirando a capim
Lembra uma história que ouvi.

Subo este monte pra te escutar.
Lá embaixo uma confusão:
Lutas, relógio e razão;
Venho ao teu templo pra orar.
Venho ao teu templo pra orar.

Em plena lida é difícil ouvir;
Sempre é mais fácil falar
E o coração enganar;
Pretexto pra prosseguir.

Se a solitude prevalecer,
Se o coração se calar,
E antigas veredas lembrar,
As minhas respostas vou ter.
As minhas respostas vou ter.

Venho ao teu templo...

(bridge)
Quero te ouvir nesta brisa.
Meu coração quer cantar.
O teu conselho é o caminho;
Nesta montanha eu vou orar.

Humor de 1ª na Segunda (127)

Jornalismo fake

Na era virtual, divulgar a mentira como verdade é um perigo que nos ronda cada vez mais, acentuado pela precariedade da apuração e checagem nas redações, que sucumbem à velocidade da notícia. Assim, nesta semana muitos usuários do Internet Explorer foram comparados a pessoas com QI (quociente intelectual) mais baixo do que os usuários de outros navegadores. Uma notícia inútil, mas que ganhou manchetes nos principais portais de notícias, como o Terra, Abril, Uol, G1, entre outros. Já escrevi um dia desses que o problema maior não é o erro, mas a falta de uma errata clara. Esta notícia, por exemplo, até ontem à noite continuava acessível e sem nenhuma menção à sua falsidade na maioria dos sites! Aliás, verdade seja dita, o G1 manteve o link da notícia, apagou-a e em seu lugar colocou um link para a matéria que desmente tal pesquisa, onde afirma que "Milhares de serviços de notícias, incluindo o G1, noticiaram a publicação do estudo". No portal da Revista Exame, a matéria permanece e só um leitor atento percebe no "Leia Mais" o desmentido. O mais interessante é que nessa errata (sem nome de errata), fica claro que a descoberta não foi graças à investigação dos jornalistas (antes e muito menos depois de publicada), mas sim dos leitores, como se vê no parágrafo inicial:
Uma investigação, iniciada por leitores do site BBC News, na Inglaterra, apontou inconsistências no registro da empresa AptiQuant, responsável por uma pesquisa que relaciona o uso do Internet Explorer a baixos níveis de QI.

Assim, os jornais terceirizam os fotógrafos, os pauteiros e, agora, até mesmo os checadores das matérias! E me desculpem, chamar isso de modernidade e interatividade é pura ignorância! Mais uma vez, cuidado com o que lê na rede. Afinal, nem nos sites "confiáveis" é possível confiar...

Ainda sobre a qualidade dos periódicos, achei interessante o artigo Fazer jornais, e não baldes de plástico de Eric Pfanner, jornalista do International Herald Tribune, que foi traduzido e publicado no Observatório da Imprensa desta semana:
O autor da carta começa manifestando “um profundo sentimento de angústia em relação aos acontecimentos desagradáveis na empresa que, nós e gerações que nos antecederam, desenvolvemos com muito zelo e dedicação”. “É chocante que alguns dos membros da diretoria quisessem administrar uma instituição jornalística como uma companhia que produz baldes de plástico, com motivos comerciais e práticas aéticas se sobrepondo aos interesses e valores editoriais e, assim, prejudicando a credibilidade do jornal”, prossegue a carta. Essas condições, declara o autor, “tornaram minha permanência como editor insustentável.” (Leia a íntegra aqui)

Capa da Semana
Embora a capa seja do mês passado, nada melhor para ilustrar o assunto acima, do que a última primeira página do centenário e falecido The News of the World (1843-2011), cujo site, atualmente, é um verdadeiro - e triste - epitáfio.

Retratos & Reflexos (126)


A ideia, a partir de agora, é tentar associar uma imagem a uma música. Para abrir esta nova fase, escolhi a nova obra do Jair Oliveira, Crescer, composta para a filha que está por vir. Quando fui buscar uma foto interessante de gestantes na rede, ficou difícil escolher. Há muitas opções. E, também, deparei-me com a infinidade de ofertas de books para grávidas. É uma moda e um mercado em ascensão. Entre os tantos, achei bem legais as fotos do Studio Bianca Machado e João Sinatro, de onde tirei a foto acima.

Cresce
(Jair Oliveira) Para Laura Calil Oliveira

Oi, como vai?
Como está?
Já sei que você pode escutar
E eu tenho pra dizer tantas palavras...
Tanta melodia pra cantar

Oi, esta voz é o papai!
Cantando pra você um "lullaby"
E a mamãe chora e sorri emocionada
Quando vê que você quer chutar

Chuta, se mexe
Aproveita e cresce
Com muita saúde e amor
Estamos esperando pra te ver chegando
Seja benvinda!
Menininha linda
Tua irmã também te diz alô
Aumenta a família,
Ah que maravilha!
E cresce junto o nosso amor

Humor de 1ª na Segunda (127)

Pra fechar o mês de férias - da faculdade, porque do trabalho já tinha acabado - fui com a patroa assistir o Comédia ao Vivo na última sexta-feira e quase morremos de rir! Pra nossa sorte, o quarteto base estava presente: Marcelo Adnet, Dani Calabresa, Fábio Rabin e Luiz França. De quebra, teve as participações especiais de Bruno Motta e Vitor Hugo. Como todo stand up, teve seus altos e baixos, afinal até mesmo os melhores comediantes têm seus dias mais fracos. Adnet é impagável, sempre. Mas, o destaque da noite, foi o Vitor Hugo, que não conhecíamos. Confira, abaixo, um trecho de uma apresentação dele (tudo bem, você pode achar que não é das melhores, mas foi o que consegui achar na rede...):

Virar a página

Depois de um semestre longe daqui, aproveitei este período de férias para tirar o pó e as teias de aranha do blog e me preparar para tentar voltar a partir de agosto. Por enquanto, atualizei os filmes vistos e livros lidos - e percebi que consegui manter uma média legal de leitura neste ano, embora a faculdade tenha tomado grande parte do tempo e problemas pessoais dificultado o que sobrou desse tempo. Enfim, vou aproveitar estas duas semanas de férias para recarregar as baterias, as ideias e retomar alguns projetos.

2011

A passagem de 2010 para 2011 foi um tanto diferente. Depois de um tempo isolado do mundo virtual - Internet e celulares - resolvi andar mais devagar com a tecnologia. Também decidi publicar mais coisas autorais e não só divulgar apenas o que aparece por aí. Como o tempo é curto, provavelmente as postagens não serão mais diárias. Mas, vamos ver o que este novo ano nos reserva.
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