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Humor de 1ª na Segunda (67)

Sinceramente, acho que é mais pra chorar do que pra rir. Mas, ver amadores errarem o hino nacional, ainda vai...

Agora, uma cantora profissional, em um evento oficial???

Confira o que saiu na Folha e no G1 a respeito da interpretação de Vanusa.
(Dica: Marcos Elias)

Capa da Semana (66)


O espírito do Notícias Populares está entre nós...
Afinal, onde mais alguém colocaria a manchete:
"Padre bêbado atropela Jesus"???
 Só podia ser no Diário de S. Paulo.

Jornalismo e Tecnologia

Muito se discute sobre onde a tecnologia levará o jornalismo. E muito se comemora com avanços que surgem aqui e ali. O interessante é que só teremos noção da grandiosidade deste avanço daqui uns anos. Um exemplo disso é este vídeo feito pela NBC, que destacava, em 1981, a ousadia de se transmitir um texto diretamente aos leitores, via modem. Ah, em "apenas" duas horas! (Via: Gardenal)

Retratos & Reflexos (66)

Confira outras Street Installations de Mark Jenkins.
Twittada de @gabrielouback

Som e balanço

Esta semana você curte no DoxaCast a música Réu Confesso, de Tim Maia, no arranjo da banda Conexão Japeri (1994), que tinha a seguinte formação: no baixo e programações, BomBom; na bateria, Cezar Farias (Bodão); nos teclados e programações, Paulo Henrique; no vocal, Ezequias; e, na guitarra, Luiz Fernando, que fundou da banda em meados da década de 1980 com Ed Motta, que partiu para carreira solo no início da década de 1990.

Na tela
Uma raridade. Tim Maia interpreta vários sucessos, em 1974.

Humor de 1ª na Segunda (66)


Capa da Semana (65)

Enquanto em alguns rincões do Maranhão há festa...

... no resto do Brasil o cheiro é de pizza!
 
  

Somos todos perdedores

Globo X Record: uma guerra privada com armas públicas

Rodolfo Vianna

Não há mocinhos em nenhum dos lados da recente briga entre a TV Globo e a Rede Record de Televisão. Também não há mentiras nos ataques de uma contra a outra: os Marinho sempre tiveram uma relação espúria com o poder e a Record, uma interação promíscua com a Igreja Universal do Reino de Deus. Mas o problema central nessa guerra é que estão guerreando com armas alheias. Estão guerreando com armas públicas.

É ingenuidade de pouco eco crer que não existem interesses econômicos e ideológicos guiando os grandes grupos de comunicação do país. A comunicação de massa tem papel estratégico na organização social e criação de valores e a informação também sofre diversos tipos de manipulações, das mais explícitas – edições de texto/imagens, escolha das fontes, qualificações – às mais sutis – o que é silenciado, o “tom” sobre o informado, as relações de uma notícias com outra, a ordem de apresentação.

É por isso que a luta pela democratização da comunicação não se restringe à criação de normas de conduta ao jornalismo hoje praticado, buscando a isenção e objetividade. Essa luta tem de visar a possibilidade de multiplicação de vozes, a multiplicação do que é informado e como é informado, permitindo ao cidadão obter mais dados sobre uma determinada realidade para que, com eles, forme seu juízo. Com o monopólio ou oligopólio da informação, restringem-se as versões da realidade, orientando visões de mundo.

Qual o problema, então, com a recente disputa entre a Rede Globo e a Rede Record? Esta última está expondo a milhões de telespectadores informações que antes só eram conhecidas de um grupo restrito sobre a tenebrosa história da maior emissora do país. A Globo, por sua vez, ataca o sistema nervoso da segunda maior emissora, os incontáveis problemas da Igreja Universal do Reino de Deus. O conflito quebra um tácito pacto de não agressão entre os poderosos, e mais informações são disponibilizadas ao público. Quando dois gigantes brigam, os pequenos podem tirar proveito, imagina-se.

Só que esta “guerra” escancara de uma forma sem precedentes uma prática ilegal e imoral: os interesses privados estão sendo defendidos com armas públicas, as concessões de TV entregues aos Marinho e a Edir Macedo. Ao lançarem mão destas “armas”, comprometem a função social dos meios de comunicação e, mais, infringem normas de utilização de uma concessão pública de radiodifusão.

Diferentemente de um jornal impresso, que é privado e responde atualmente somente às leis dos códigos Civil e Penal (já que não existe mais a Lei de Imprensa...), as emissoras de televisão operam por meio de concessões públicas e, como tais, estão obrigadas a cumprir determinações legais para o seu funcionamento. Não podem fazer o que bem entender com a sua programação, uma vez que só possuem o direito de chegar aos lares de praticamente todos os brasileiros porque o Estado brasileiro, em nome do povo, as tornou concessionárias públicas de radiodifusão.

Portanto, não importa quem tem razão nessa guerra privada entre Globo e Record. As duas cometem um gravíssimo erro ao utilizar a arena pública da radiodifusão de forma privilegiada para travarem as batalhas privadas que lhes interessam. A Rede Globo, caminhando por mais anos nessa estrada, tem mais expertise. Seus interesses são mais bem travestidos de “notícias” relevantes apresentadas à sociedade nos seus telejornais. A Record peca por um amadorismo tacanho, com a edição de “reportagens” em que nem sequer se preocupam em fazer a clássica divisão da objetividade aparente entre “opinião” e “informação”.

Mas não importa o nível de sofisticação de cada uma delas. A disputa Globo x Record é a mais recente e nítida apropriação do público pelo privado.

Em tempo: nestes mesmos dias de “guerra” entre as duas maiores emissoras de TV do país, os representantes dos empresários da área de comunicação se retiraram da comissão organizadora da I Conferência Nacional de Comunicação. A Conferência, prevista para ocorrer no final desse ano, visa a ser um amplo espaço de debate e deliberação sobre temas da área, incluindo as formas de concessão e renovação de espectros de radiodifusão, conteúdo e programação, publicidade etc.

A Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert) foi uma das entidades que se retiraram do processo. Mais do que isso, foi a entidade que liderou o movimento de esvaziamento da Conferência pelo empresariado.

A Rede Globo e a Rede Record são associadas da Abert. Estão, portanto, do mesmo lado quando a tarefa é sufocar a justa reivindicação do direito de a sociedade brasileira discutir a comunicação.

Malandro é o gato que já nasce de bigode...

* Rodolfo Vianna é jornalista e membro do Intervozes - Coletivo Brasil de Comunicação Social.

Retratos & Reflexos (65)


(Foto de Cecy. G, em Olhares)

O melhor amigo do homem...

... é o seu instrumento musical! Pelo menos é assim que pensam Zé Renato, Xico Chaves, Claudio Nucci e Juca Filho, ao compor Quem tem a viola, nesta interpretação do Boca Livre e 14 Bis, ao vivo, em 2000.

Humor de 1ª na Segunda (65)


Capa da Semana (64)

Se você acha que o ano está passando rapidamente, imagine ao abrir essa edição do jornal Correio Braziliense... Jingle Bells!!!

Diálogo aberto

Terminou na noite de ontem (12/8) o 2º Curso Poder Judiciário para jornalistas: A estrutura, os princípios norteadores e as diferenças de linguagem, promovido pela Escola Paulista da Magistratura. Foi uma ótima oportunidade para jornalistas conhecerem um pouco melhor como é e como funciona o Poder Judiciário. A primeira etapa foi mais didática e, nos últimos dias, abriu-se espaço para discussões mais práticas.
No primeiro dia (3/8), a Juíza Carolina Nabarro Munhoz Rossi, responsável pela área de mídia da EPM e coordenadora do curso, traçou um panorama da estrutura do Poder Judiciário no Brasil, baseado no Estado Democrático de Direito, e finalizou com a importância das prerrogativas, garantias e deveres dos juízes. A pergunta lançada para reflexão foi: "A quem interessa um Judiciário fraco?".
Dia 4/8, os jornalistas presentes puderam entender melhor as questões referentes ao Processo Penal, com a palestra do Juiz Paulo Rogério Bonini. O magistrado apresentou a sequência, a partir de um crime, que é investigado (inquérito) e pode se tornar uma denúncia, feita pelo Ministério Público para, então, se tornar um processo para ser julgado por um Juiz. Também explanou sobre os diferentes tipos de prisão.
Para fechar a semana, no dia 5/8, o Juiz Luiz Renato Bariani Peres falou sobre o processo civil, jurisdição, a importância do contraditório e da ampla defesa, além das fases processuais, destacando que a demora de um processo muitas vezes é provocada pela necessidade da providência de provas, perícias, etc. na fase instrutória. Finalmente, abordou a questão dos recursos possíveis e afirmou que grande parte dos processos encontra-se sentenciado, sendo que o problema do acúmulo está na execução judicial da sentença.
A segunda semana foi aberta no dia 10/8, pelo Juiz Marco Aurélio Stradiotto de Moraes Ribeiro Sampaio, que trouxe uma série de entendimentos sobre os Princípios de Direito - Constitucionais e Processuais. Entre diversos assuntos, tratou sobre a linha que divide o interesse público de informar (pela imprensa) que muitas vezes atrapalha o interesse público de investigar e também comentou sobre o Pacto de San Jose da Costa Rica (leia aqui), assinado durante a Conferência Especializada Interamericana sobre Direitos Humanos, em 22 de novembro de 1969 e ratificada pelo Brasil em 25 de setembro de 1992.
Dia 11/8, o Desembargador Aloisio de Toledo Cesar tratou das questões éticas entre o judiciário e o jornalismo, trazendo a todos suas experiências nas duas áreas, o que permite a ele responder às perguntas "Como o Juiz vê o jornalista?" e "Como o jornalista vê o Juiz?". Uma das dificuldades na relação entre esses dois profissionais, para o desembargador, é a falta de setorialistas, na imprensa, que conheçam a área e trafeguem com frequência nos corredores da Justiça, tornando-se conhecidos e confiáveis. No mesmo dia, o jornalista Sidnei Basile tratou do tema "Os mecanismos de controle internos da mídia" e fez uma análise do fim da Lei de Imprensa, expôs a necessidade de uma cultura de auto-regulação e da confecção e aplicação de códigos de condutas, base para a organização e atuação do que ele chama de uma "governança editorial".
O curso terminou nesta quarta-feira, 12/8, com a palestra do jornalista José Paulo Lanyi, que em tom de auto-crítica falou sobre as dificuldades de comunicação entre o Judiciário e a Imprensa, uma vez que esta, muitas vezes, não compreende as fases do processo, comete erros na apuração e pré-julga, colocando ideologismos acima da realidade dos fatos (que às vezes nem foram devidamente apurados).
Enfim, foi uma ótima oportunidade para abrir as portas do Judiciário e iniciar um diálogo franco com a classe jornalística. Grande parte dos magistrados palestrantes e dos jornalistas presentes manifestaram o desejo de que este diálogo seja contínuo, o que trará benefícios para todos, inclusive para a sociedade.

Retratos & Reflexos (64)

(até 27/9 no IMS - RJ)

Criatividade

A época da repressão militar fez despertar a criatividade e a poesia de vários autores. Nesta semana, você curte Acorda, amor, música de Leonel Paiva e Julinho da Adelaide, interpretada por Chico Buarque e gravada no álbum Sinal Fechado, lançado no ano em que eu nasci, 1974.

Humor de 1ª na Segunda (64)

O que seria da nossa vida se só pudéssmos fazer perguntas?
Você já tinha visto Os Barbixas no Improvável?

Sagrada laicidade

por Roberto Livianu, para a Folha de S. Paulo (8/8/09)

É triste constatar que, no Brasil, quase 120 anos após a opção pela república laica, encontramos incontáveis desrespeitos à cidadania

Por que será que certas forças conservadoras têm defendido com tanta veemência a manutenção de símbolos de uma única religião em prédios públicos? Por que negar a norma constitucional que determina a separação entre Estado e religiões no Brasil? A quem interessa esse retrocesso? No ano que vem, o decreto 119-A completa 120 anos de vida. Ele significou um marco histórico, a partir do qual o Brasil optou pelo Estado laico.

E determinou pela primeira vez a separação entre Estado e religiões. Por força dessa norma, cemitérios passaram a ser administrados pelo Estado e instituiu-se a figura do casamento civil. Isso aconteceu em um contexto de transformações sociais e políticas trazidas pelo novo Estado republicano -que, aliás, no ano seguinte ao decreto, adotaria a laicidade na própria Constituição Federal.

A partir daí, várias questões têm vindo à tona para testar o quanto o Estado brasileiro é realmente laico. E para medir qual a magnitude da separação entre Estado e religiões no país. Na verdade, desde a reforma protestante, no século 16, Martinho Lutero alertou sobre os problemas relacionados à adoção do direito canônico como instrumento regulador da sociedade. Preocupava-se com a necessidade de ter leis laicas.

Porque as leis canônicas se lastreiam em dogmas, verdades históricas absolutas e inquestionáveis. E a comunidade precisa de regras baseadas na racionalidade e mutáveis, porque o comportamento humano é dinâmico e, por isso, mutável.

Antes dessa separação, também os conceitos de crime e pecado se confundiam. As penas criminais eram, na verdade, castigos a serem impostos àqueles que violavam interesses da igreja ou do Estado, principalmente. E a pena principal era a de morte.

As ideias do modernismo determinaram profunda revisão de conceitos, colocando a dignidade humana como foco de preocupação dos povos. Apesar disso, no Brasil, setores conservadores, avessos ao respeito à Constituição, dizem que a maioria do povo é católica e que isso deve determinar um tratamento privilegiado para a Igreja Católica.

Chegam a propor, ainda que veladamente, na forma de acordo internacional, a violação do artigo 19 da Carta ao pretender uma reformulação do regime jurídico da relação Estado-religiões.

Isso é negar a essência da democracia. Porque, no sistema democrático, a voz da maioria prepondera na escolha do governante. Mas o eleito, passadas as eleições, deve governar para todos, incluídas as minorias, e não apenas para a maioria que o escolheu.

Essa concepção, que parece óbvia, é realidade concreta na França desde a revolução de 1789, tendo sido banidos de prédios públicos os símbolos religiosos. Da Justiça, das escolas, de todos. Também já se enterrou lá a ideia do ensino religioso em escolas.

E não é só na França. O mundo ocidental como um todo caminhou nessa direção. E até mesmo em países monarquistas, como Inglaterra e Dinamarca, a manutenção de uma religião oficial não impediu a existência de ordenamento jurídico laico. Lá se respeitam na plenitude as liberdades públicas e os direitos civis dos cidadãos, sendo autorizado o casamento homossexual na Inglaterra e o aborto na Dinamarca, entre outros direitos.

É triste constatar que, aqui no Brasil, quase 120 anos depois da opção pela república laica, deparamo-nos diariamente com incontáveis desrespeitos à cidadania. Que a neutralidade religiosa, que deveria ser a tônica das ações dos nossos agentes políticos, ainda seja meta distante de ser alcançada.

Precisamos reafirmar a cada dia nossa opção republicana laica. E precisamos mostrar às próximas gerações de brasileiras e brasileiros que cada um tem o direito à liberdade plena. De manifestação, de associação. De crer ou não crer. E que ninguém tem o direito de se opor ao exercício desse direito.
Que se opor a esse exercício significa negar a república, a democracia e a tolerância religiosa brasileiras.

Portanto, em boa hora o Ministério Público Federal pediu à Justiça que sejam retirados símbolos alusivos a uma religião das dependências de prédios públicos federais. O espaço público é de todos, e não só dos adeptos daquela religião.

Os agnósticos e ateus, assim como as minorias adeptas a todas e quaisquer religiões, têm direito de estar nesses locais sem se constrangerem com a existência de símbolos de uma religião à qual não aderiram. Trata-se de respeitar cada brasileiro e cada brasileira no exercício pleno de suas liberdades públicas, que devem ser defendidas sempre de forma intransigente.

ROBERTO LIVIANU, doutor em direito pela USP,
é promotor de Justiça em São Paulo e coordenador
no Movimento do Ministério Público Democrático (MPD),
de projeto sobre Estado laico.

Capa da Semana (63)


Na verdade, a capa desta semana é do século retrasado. A Imprensa Oficial foi criada em 28 de abril de 1891 e no dia 1º de maio lançou o Diário Oficial (acima, a primeira página). Um trabalho de digitalização do acervo permite consultar qualquer edição desde a primeira. Também é possível fazer uma busca textual para as edições a partir de janeiro de 2003.

Política, Judiciário e Imprensa

PSDB irá ao CNJ questionar proibição de notícias

O líder do PSDB, Arthur Virgílio (AM), afirmou que entrará ainda nesta segunda-feira (3/8) com uma reclamação no Conselho Nacional de Justiça contra o desembargador Dácio Vieira, do Tribunal de Justiça do Distrito Federal, que proibiu o jornal O Estado de S.Paulo de publicar qualquer reportagem com dados sigilosos da Operação Boi Barrica. Essa operação investiga Fernando Sarney, filho do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP). A informação é do portal G1.

Para Virgílio, o desembargador deveria ter se declarado impedido de decidir a ação devido a sua ligação com Sarney e com o ex-diretor-geral do Senado, Agaciel Maia. “Ele arranjou uma confusão da grossa. Ele poderia ter se declarar impedido, passar ao largo disso, mas devido a essa relação tão antiga já foi assinando qualquer ilegalidade”.

O tucano pretende incluir na representação ainda o fato de Vieira ser consultor jurídico da Gráfica do Senado quando houve em 1992 a efetivação de estagiários, o que seria vedado pela Constituição de 1988.

Vieira concedeu uma decisão na sexta-feira (31/07) impedindo o jornal de publicar reportagens sobre a Operação Boi Barrica com dados sigilosos sob pena de pagamento de uma multa de R$ 150 mil por reportagem. O pedido de que as notícias não pudessem ser publicadas foi feito por Fernando Sarney. Entidades condenaram a atitude do desembargador e viram “censura prévia” em sua decisão.

Além dos ataques a Dácio, Virgílio fez duras críticas ao presidente do Senado. Sarney sempre destaca em sua biografia a transição democrática que fez ao assumir a presidência da República após a morte de Tancredo Neves, mas, para o tucano, a ação de buscar censurar o jornal lembra o passado de Sarney na sustentação da ditadura militar.

“Quando o presidente Sarney fala em sua biografia não se refere ao que fez e desfez no Maranhão nem aos 20 anos em que defendeu a ditadura. Ele só faz referência à parte quando rompeu com a ditadura e assumiu após a morte de Tancredo Neves, que é sim muito importante. Mas o que sobrou de positivo da biografia se volta contra quando ele procura censurar um órgão de imprensa que o critica”, disse Virgílio.

Fonte: Consultor Jurídico

Retratos & Reflexos (63)

Até 7 de setembro a exposição Cuide de você!, de Sophie Calle,
estará no SESC Pompéia, em São Paulo.

Rock e Progresso

O som de hoje é da banda de metal progressivo Dream Theater. James LaBrie, no vocal, John Petrucci, na guitarra, Jordan Rudess, teclados, John Myung, no baixo, e Mike Portnoy, na bateria, gravaram, em 2003, o álbum Train of Thought, do qual escolhi The Dying Soul para o DoxaCast desta semana. Aumente o som, aperte o play e curta!

Humor de 1ª na Segunda (63)

O vídeo de uma entrada inusitada dos padrinhos e noivos bombou na rede outro dia. Agora, é a vez dos comediantes criarem uma versão para o divórcio...

Na veia

Você pode até não saber o que é escala pentatônica. Mas, ela está presente em todos os lugares. Na música oriental, no blues, etc. Bom, se você quiser saber mais detalhes, visite (aqui) o site do meu amigo Maurício Domene e leia mais. Enquanto isso, curta a explicação do grande Bobby McFerrin, durante um congresso, ao lado de neurocientistas:

World Science Festival 2009: Bobby McFerrin Demonstrates the Power of the Pentatonic Scale from World Science Festival on Vimeo.
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