.

Capa da Semana (25)

Q'Hubo é o novo nome dos jornais colombianos locais La Chiva e Nuestro Diario. A temática, porém, continua a mesma...

Transparência

Nem sempre transparência significa ética. Mas, é um bom passo para chegar lá. Com todos seus defeitos, sempre admiro o jornalismo estadunidense no período eleitoral, pelo menos quando respeita o (e)leitor e coloca de forma clara e aberta, através do canal próprio - os editoriais - sua postura frente aos candidatos. Ao contrário de muitos jornais brasileiros que fingem que não apóiam (ou destroem) ninguém, mas uma leitura mais crítica permite ver que as coisas não são bem assim. Sonho com o dia em que o Estadão ou a Folha estamparão em seus editoriais "Por que apoiamos Fulano"...
The New York Times, Washington Post, Chicago TribuneLos Angeles Times são alguns do principais jornais que apoiam Obama. Segundo reportagem do O Globo, "até o início desta semana, 124 diários haviam anunciado seu apoio ao democrata, contra 46 ao republicano - numa margem de quase 3 para 1 e que inclui publicações com grandes tiragens. Em termos de circulação, os 124 jornais que apóiam Obama representam 13,774 milhões de exemplares diários, enquanto os 46 de McCain correspondem a 3,926 milhões. (...) Desta vez, pelo menos 27 jornais que apoiaram Bush em 2004 trocaram de lado e resolveram apoiar os democratas na eleição, enquanto apenas quatro fizeram o caminho inverso".
Curiosidade: Até o Anchorage Daily News, principal jornal do Alasca - estado governado pela candidata a vice do partido republicano - apóia o candidato democrata.

Retratos & Reflexos (25)

Marcos D Paula, da Agência Estado, captou o dilema pós-eleições: Quem (somos) o pato?

 
Felipe Andreoli, Eduardo Paes e Oscar Filho

Por quê?

A gaúcha Adriana Calcanhotto iniciou a carreira em bares de Porto Alegre e peças de teatro. Lançou o primeiro trabalho em 1990. Em 1991 foi a vencedora do Prêmio Sharp, na categoria revelação feminina. Suas músicas figuraram na trilha de diversas novelas.
Em 2004, visou o público infantil com Adriana Partimpim e foi indicado ao prêmio Grammy latino como melhor álbum infantil. É deste trabalho que você ouve Oito Anos, composição de Paula Toller que remete à fase infantil das múltiplas perguntas "Pai, por que o céu é azul?", "Mão, por que a gente tem umbigo?" e por aí afora.
No último dia 03, Adriana completou 43 anos. E, no próximo dia 30 (quinta-feira), ela lançará aqui em São Paulo o livro Saga Lusa – o relato de uma viagem de Adriana Calcanhotto... Será às 20 h, na Livraria da Vila, Alameda Lorena, 1731 - Jardins.

Na tela
Seu pensamento (Dé Palmeira/Adriana Calcanhoto), música do último trabalho de Adriana, Maré.

Humor de 1ª na Segunda (25)

O feitiço virou contra os feiticeiros!

Parte 1


Parte 2


O trabalho foi de Shanna Capell, do CQC Brasil.

Aproveitando o assunto, confira alguns erros de gravação do programa:

Capa da Semana (24)


Fui comprar umas revistas e me surpreendi com uma edição da revista MAD. Fazia muito tempo que não via e, só de olhar meu pensamento remeteu aos tempos de adolescência.
A MAD foi fundada em 1952, nos EUA, pelo empresário William Gaines e pelo editor Harvey Kurtzman. Com um humor peculiar, chegou a ser censurada e se gabava por não ter anúncios nas suas páginas (o que durou até 2001).
Chegou ao Brasil no início da década de 1970, através da editora Vecchi. Além do estilo, a marca da edição brasileira é o editor Otacílio D’Assunção, mais conhecido por Ota. Infelizmente, em seu blog, Ota acaba de comunicar uma decisão que deve repercutir no destino da revista recém publicada pela editora Panini: "Depois de 34 anos à frente da revista MAD no Brasil, é chegada a hora de parar. Há muito tempo eu estava descontente, mas nos últimos seis meses as coisas foram tomando um rumo desagradável".
A Panini é a quarta editora a publicar MAD. Depois da falência da Vecchi, a revista foi assumida pela Record, entre 1984 e 2000. Parou novamente de ser publicada e, poucos meses depois passou para a editora Mythos. A parceria durou seis anos, até uma nova parada. Depois de um ano sem atividade, retornou às bancas neste ano, através da Panini (revista/blog).

A morte na ponta da caneta

Jornalistas brasileiros mortos no exercício da profissão nos últimos 25 anos, segundo o The Freedom Forum Jorunalists Memorial:

Paulo Brandão (1984)

Antonio Ismar Alvarenga (1988)

Reinaldo Coutinho da Silva (1995)

Zezinho Cazuza (2000)

Domingos Savio Brandão Lima Júnior (2001)

Luiz Antonio da Costa (2003)

José Carlos Araújo (2004)

Marcos Borges Ribeiro (2005)

José Candido Amorim Pinto (2005)

Luiz Carlos Barbon Filho (2007)

Walter Lessa De Oliveira (2008)

Retratos & Reflexos (24)




Salve-se quem puder
Não havia quem não parasse essa semana para olhar. De longe, a cor alaranjada chamava a atenção sobre a escultura escura. Parei, olhei, fotografei e pesquisei. José Bonifácio de Andrada e Silva, escultura de Alfredo Ceschiatti, desde 1972 na Praça do Patriarca, voltou a fazer parte do ambiente.
Tudo graças a uma intervenção do artista plástico Eduardo Srur. Começou na Virada Cultural, em maio, quando o Monumento a Carlos Gomes (de Luigi Brizzolara), no Vale do Anhangabaú ganhou salva-vidas e bóias redondas.
A tentativa de resgate desde o último dia 19 de outubro se espalhou por 25 esculturas em toda a cidade, a fim de "provocar os sentidos e despertar o interesse da população pelas esculturas, patrimônio histórico e seu significado". É possível consultar o mapeamento dos monumentos e um vídeo artístico da montagem, no 2ª andar do Centro Cultural Banco do Brasil, centro de São Paulo.
As intervenções de Srur vão até 14 de dezembro e é possível consultar a lista de monumentos aqui.

Serviço:
Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo
Rua Álvares Penteado 112. Centro. São Paulo. CEP: 01012-000.
Funcionamento: de terça-feira a domingo, das 10h às 20h.
Informações pelo telefone: (11) 3113-3651/3652


Fotos: © Fábio Davidson

O malandro

Poesia trabalhada + crítica política + amor = Francisco Buarque de Hollanda ou Chico Buarque. Nascido na década de 1940, Chico Buarque é filho do historiador e sociólogo Sérgio Buarque de Hollanda e da pianista amadora Maria Amélia Cesário Alvim. Aos dois anos, sai do Rio de Janeiro e passa a viver em São Paulo, onde o pai é nomeado diretor do Museu do Ipiranga. Sete anos depois, uma nova mudança, agora para fora do Brasil, quando o pai foi convidado para ministrar aulas em Roma.
Na década de 1950 começa a compor, mas foi em 1965, já no Brasil, que participa do I Festival Nacional de Música Popular Brasileira. Vence no ano seguinte com A Banda, interpretada por Nara Leão.
A repressão da ditadura militar o faz retornar para a Itália em 1969, acentuando sua posição política. O auto-exílio dura um ano.
A perseguição da censura é implacável e Chico cria o nome Julinho da Adelaide, para colocar no mercado as músicas Acorda, amor, Jorge Maravilha e Milagre brasileiro que, dessa forma conseguem burlar os censores.
Paralelamente, escreve peças de teatro e poesias, inclusive traduz e adapta o musical infantil Os saltimbancos. Participa da campanha Diretas Já. Depois do fim da ditadura, lança seu primeiro romance: Estorvo, em 1991. Em 2004, ganha o Prêmio Jabuti, com o seu terceiro romance, Budapeste.
A música escolhida para esta semana é Até o fim, música do álbum Chico Buarque.

Tudo se copia

 
Campanha criada pela Blogosfera Cristã

Humor de 1ª na Segunda (24)

Fonte: Nadaver

Sa-sa-sai Sa-sa-satanás

Esse vídeo ia para o Humor de 1ª, amanhã, mas resolvi deixar aqui hoje mesmo... É um trecho de um programa da extinta TV Manchete.

Pra quem cantar? O que cantar?

Para aqueles que ainda acreditam - e batem o pé - de que a música "sacra" só foi feita para dentro dos templos...
(Tão legal quanto a música, são os comentários dos jurados ao final)
Lição 1: Precisamos sair do gueto.
Lição 2: Precisamos ampliar nosso repertório!

Qual seu vício?


zOnA da REfOrmA apóia e estará presente no II Fórum Nacional de Cristianismo Criativo.
"Cada uma das quatro noites trará um pocket show e uma entrevista, seguida por um momento de debate entre os convidados e o público presente, além de internautas de todo mundo, que poderão acompanhar o evento ao vivo, via internet", afirma o blog-site da W4  Editora, que produz o evento.
O tema será: Viciados em Mediocridade?, baseado no livro homônimo do escritor Frank Schaeffer. A mediação será do confrade zoneiro Sérgio Pavarini, que comandará os seguintes temas:

Dia 07: Viciados em Mediocridade?
Com João Alexandre e Taís Machado.
Lançamento do livro Viciados em Mediocridade?, de Frank Schaeffer, pela W4 Editora.

Dia 14: Mediocridade no teatro?
Com Nelson Bomilcar, Stênio Marcius e Wilson Tonioli.

Dia 21: Mediocridade na dança?
Com Carol Gualberto e Gerson Borges.

Dia 28: Mediocridade na Literatura?
Com Gladir Cabral e Jorge Camargo.

SERVIÇO
II Fórum Nacional de Cristianismo Criativo
Datas: 7, 14, 21 e 28 de novembro de 2008
Horário: das 19h às 21h30
Local: Auditório da Livraria Cultura do Shopping Market Place - Av. Dr. Chucri Zaidan, 902
São Paulo/SP.
ENTRADA GRATUITA

Confira a programação na íntegra, aqui.

Capa da Semana (23)

Antigamente, na primeira página de um jornal vinham as notícias mais importantes. Parece que em Contagem (MG), agora são as promoções mais importantes! É um "super jornal" com um "micro preço"... Confira o Super Notícia.

Jogão

Quem é quem

DONOS DA MÍDIA
Ferramenta para democratizar a comunicação

Por Pedro Luiz S. Osório em 14/10/2008
Reproduzido do boletim e-Fórum nº 225, de 10/10/2008, 

Está à disposição da sociedade brasileira um extraordinário banco de dados sobre os grupos de mídia do país. Concebido e liderado por Daniel Herz, "Donos da Mídia" desvenda os laços de redes e grupos de comunicação, demonstra como o controle sobre a mídia é exercido, o papel dos políticos, a ilegalidade de suas ações e da situação de empresas do setor.

O uso do superlativo "extraordinário" justifica-se facilmente: basta acessar www.donosdamidia.com.br para constatar que o site deverá se constituir em um marco na história das pesquisas sobre comunicação no Brasil. Além da sua diversidade e completude, Donos da Mídia é também um estudo inédito que permite avaliar as relações políticas, sociais e econômicas decorrentes da concentração da mídia nacional.

Produzido pelo Instituto de Estudos e Pesquisas em Comunicação (Epcom), entidade parceira do FNDC, "Donos da Mídia", que está em fase de finalização, lista 7.275 veículos de comunicação, abrangendo rádios (inclusive as comunitárias), televisão aberta e por assinatura, revistas e jornais. Relaciona também as retransmissoras de televisão. No caso dos jornais, registra somente os de circulação diária ou semanal.

O papel controlador das redes

Donos da Mídia demonstra como tais veículos se organizam, destacando o papel estruturador das redes nacionais de televisão, especialmente as cinco maiores: Globo, Band, Record, SBT e Rede TV!. Há 33 redes de TV, às quais estão ligados 1.415 veículos, geralmente através de grupos afiliados. As redes de emissoras de rádio FM e OM somam 21. Esses dados podem ser visualizados aqui.

Também são identificados grupos nacionais e regionais. Os grupos nacionais foram definidos como o "conjunto de empresas, fundações ou órgãos públicos que controlam mais de um veículo, independentemente de seu suporte, em mais de dois estados". Foram identificados 33 grupos, controladores de 267 veículos. Record (34 veículos), Band (32) e Globo (29) são os maiores.

Grupos regionais são aqueles que "controlam mais de uma entidade de mídia, independentemente de seu suporte", atuando em até dois estados. Há 139 deles, controlando 655 veículos. RBS (55 veículos), OJC (24) e Sistema Mirante (22) são os maiores – todos são ligados a Globo. Esses dados podem ser vistos aqui. Os veículos quantificados podem ser localizados geograficamente na consulta à seção Lugares. Cada um dos 5.564 municípios brasileiros é referido.

A ilegalidade de grupos e políticos

Navegando em Donos da Mídia, é possível saber quantos veículos há em cada município, quais os grupos de mídia atuantes nas várias regiões, bem como dimensionar a cobertura das redes. Confira aqui. Para visualizar, por exemplo, o mapa da mídia em São Paulo, clique aqui. Os dados sobre as empresas incluem desde os seus endereços até seus concessionários, permissionários ou proprietários.

A localização dos veículos e a identificação de seus concessionários (e seus sócios) permite, por exemplo, constatar a situação ilegal da maioria dos grupos de mídia. Quase todos controlam um número de concessões superior ao permitido por lei. Os limites de concessões ou permissões para os serviços de radiodifusão podem ser vistos aqui. Outra ilegalidade flagrada pelo cruzamento de dados proporcionado pelo site é a participação direta de políticos no controle de emissoras de rádio e TV.

Como é sabido, a Constituição Federal proíbe (artigo 54) os deputados e senadores participar de organização definida como "pessoa jurídica de direito público, autarquia, empresa pública, sociedade de economia mista ou empresa concessionária de serviço público". Essa determinação constitucional aplica-se, por extensão, aos deputados estaduais e prefeitos. Entretanto, Donos da Mídia, identificou 20 senadores, 48 deputados federais, 55 deputados estaduais e 147 prefeitos como sócios ou diretores de empresas de radiodifusão.

Quanto às suas origens partidárias, predominam os políticos filiados ao DEM (58, ou 21,4%), ao PMDB (48, ou 17,71%) e ao PSDB (43, ou 15,87%. Esses dados podem ser pesquisados aqui.

Um projeto de Daniel Herz

Apoiado em fontes sólidas e em uma extensa e detalhada pesquisa, Donos da Mídia representa o vértice de um projeto concebido e liderado pelo jornalista Daniel Herz, um dos fundadores do FNDC e seu principal mentor, falecido em maio de 2006. Ele também criou o Instituto de Estudos e Pesquisas em Comunicação (Epcom), sediado em Porto Alegre.

Em sua fase decisiva, o projeto foi conduzido pelo jornalista James Görgen, que integrou o Epcom por vários anos. Leia a história do projeto aqui. Além da equipe no site, participou da pesquisa, na fase preliminar, a então estagiária de jornalismo Michele Fatturi.

O jornalista e professor universitário Celso Schröder, Coordenador-geral do FNDC, sugere que todas as entidades, universidades, ongs e sindicatos coloquem nos seus sites um link para "Donos da Mídias", que "a luta pela democracia na mídia só terá sucesso quando a sociedade se apropriar dela." E acrescenta: "Donos da Mídia demonstra de modo enfático as distorções que o FNDC vem apontando e ratifica suas proposições. Poderá ser uma ferramenta poderosa a serviço dos que ambicionam democratizar a comunicação brasileira e do aperfeiçoamento das suas propostas de políticas públicas."

Retratos & Reflexos (23)

Coincidências são interessantes. Conheci Nelson Mello ontem, quando ele estava fotografando a ascensorista Marcela, sobre quem saiu um perfil que eu fiz para a Viagem e Turismo um tempo atrás. Agora, ela vai ser "estrela" da revista Trip, edição de novembro. Confira as fotos dele no Flickr.

Sound of Bird

Mais um saxofonista na trilha do DoxaOnline. Depois de John Coltrane - mestre no sax tenor e soprano - o incomparável Charlie "Bird" Parker. Referência no sax alto, Parker destacou-se não só pelo improviso, mas também pela linha harmônica, rítmica e melódica, sempre muito bem compostas e definidas.
Uma pena que sua carreira tenha sido tão talentosa quanto curta, minada pelo álcool e pelas drogas aos 34 anos de idade.
Parker é considerado um dos primeiros artistas do jazz que transformaram o modo de interação com o ritmo. Ao invés da música para dançar (ao som das big bands), o jazz torna-se uma música sofisticada para ser apreciada.
A música que escolhi é Bluebird, faixa-título de um antológico álbum gravado por Parker e Miles Davis

Na tela

Humor de 1ª na Segunda (23)

Em muitas situações o jornalista tem que vencer seus medos. Mas, às vezes, o que ele mais teme está dentro do estúdio...

Acabou

Quando ainda era uma realidade:

O epitáfio, por Wilson "Verticontes" Tonioli:

Capa da Semana (22)

Ontem, comentei sobre pesquisa e política. Hoje é a vez das capas de alguns jornais de São Paulo e visão pré-eleitoral das redações. Para análise, as primeiras páginas da edição de domingo passado (05/10), o dia da eleição.


A capa mais "séria" foi a do Estadão. A mais criativa, na minha opinião, a do jornal Agora.
Detalhe: Repare na mesma foto escolhida para uma (mesma) matéria na primeira página no Jornal da Tarde e em OESP (jornais do mesmo grupo).

Pesquisa e Indução

Segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), podemos concluir que os números dessa eleição são impressionantes.
Às 00:39h de segunda-feira, com 99,69% das seções eleitorais apuradas (em todo o Brasil), o índice de comparecimento era de 99,68%. Ou seja, mais de 128 milhões de eleitores compareceram para exercer seu direito/dever.
Aqui em São Paulo, os resultados trouxeram grande surpresa, com Gilberto Kassab à frente de Marta. Alckmin segue em terceiro, Maluf em quarto e Soninha em quinto.
A pesquisa Datafolha (matéria da Folha) apontava no domingo "a ex-prefeita com 36% dos votos válidos (excluídos indecisos, brancos e nulos), seguida pelo atual prefeito, com 30%".
Já o IBOPE (matéria do Estadão) indicava 35% para Marta e 27% para Kassab.
Ou seja, pesquisa é um dado complicado...

Mais Retratos & Reflexos

Quem sabe faz/grava ao vivo. Mais uma obra-prima do artista e amigo Wilson Tonioli:

Retratos & Reflexos (22)

Há tempos quero parar para fotografar um descaso da prefeitura com a língua portuguesa. A protagonista é a Secretaria Municipal do Verde e Meio Ambiente. (Foto tirada na rua Itaguaçaba - Zona Norte de São Paulo, mas já verifiquei que o mesmo erro ocorre em outros lugares).
 
 

Talento e genética

Filho de Elis Regina e César Camargo Mariano. O que mais poderia dar? Um músico talentoso. Pedro Camargo Mariano é o segundo filho de Elis e o primeiro dela com o pianista e arranjador.
A carreira como arquiteto foi abandonada para seguir o que corria junto com o sangue em suas veias: a música. Na sua caminhada, muitas parcerias foram firmadas. Com os irmãos João Marcello Bôscoli e Marcelo Mariano e também com o pai, César. Na faixa Fazendo música, jogando bola a família estava parcialmente reunida: Pedro nos vocais, César ao piano e Marcelo no baixo. A música, de Pepeu Gomes e Baby Consuelo (hoje Baby do Brasil), é parte do álbum Voz no ouvido (2000), também contou com a participação de Otávio de Moraes (bateria) e Chico Pinheiro (guitarra). Uma curiosidade: As últimas faixas deste trabalho (inclusive a música que escolhi para esta semana no DoxaOnline) foi gravada no formato "ao vivo" em estúdio, ou seja, todos os músicos gravaram em conjunto.

Humor de 1ª na Segunda (22)

Programação ao vivo é sujeita a erros. Alguns deles viram piadas... Este entrou no Top 5 da semana passada no CQC e em O Estado de S. Paulo:

Talvez pior do que ser ou não ser combinado, seja a desculpa de Paulo Soares...

Capa da Semana (21)

Barack Obama ainda nem era o candidato oficial do Partido Democrata, quando a revista The New Yorker estampou uma charge dele na capa, com um turbante e cumprimentando sua esposa, Michelle, vestida com roupa militar e carregando uma arma (veja ao lado).
Agora é a vez da vice do Partido Republicano, Sarah Palin, graças à afirmação de que é possível avistar a Rússia a partir do Alasca...
Leia mais sobre as capas no blog Glamourama.

Debate - Hoje

Dois Pais ou Duas Mães – Ainda existe preconceito?
O jornalista Christian Petermann irá moderar a mesa com os convidados: Paulo Borges (produtor do SPFW e pai adotivo de um menino), Vera Moris (psicóloga, doutora em Psicologia Clínica, pela PUC-SP, com pesquisas em paternidade homossexual e revelação para os filhos), Dr. Eduardo Rezende Mello (juiz de direito); Leão Lobo (apresentador e jornalista, pai adotivo de uma menina).
Gratuito – com prioridade para quem assistir à sessão anterior de Baby Love (19h40).
Clique para se inscrever

Quinta-feira - 02/10 - às 21h30

Reserva Cultural
Avenida Paulista, 900. Térreo Baixo
(entre as estações Trianon Masp e Brigadeiro do metrô)

Dúvidas e informações:
www.reservacultural.com.br
(11) 3287-3529
franz@reservacultural.com.br

Retratos & Reflexos (21)

Palácio do Planalto, 1979
© Luis Humberto
O fotógrafo será o homenageado do FestFotoPoA
20 a 26 de abril de 2009
Google