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Cordas mágicas

Há alguns - poucos - estudiosos que torcem o nariz para uma divisão entre a chamada música erudita e a música popular. Concordo. Acredito que há boa música e música ruim. Ainda que isso seja discutível, pois pode ser um mero ponto de vista ou uma questão de gosto pessoal.
De qualquer forma, há artistas que conseguem aproximar esses dois estilos, tornando a música popular um clássico e fazendo a música erudita tornar-se popular. Baden Powell de Aquino é um desses gênios.
Nascido em 1937, no interior do Rio de Janeiro, Baden foi fortemente influenciado por grandes músicos como Pixinguinha e Donga. Estudou violão e se tornou um virtuose. Em sua caminhada musical conheceu e se aproximou de Tom Jobim e Vinícius de Moraes, parceiros em composições históricas.
Radicou-se na França, onde viveu mais de vinte anos. Morreu em setembro de 2000, mas sua música continua viva, não só nos registros, como através de seus filhos, o pianista Philippe Baden Powell de Aquino e o violonista Louis Marcel Baden Powell de Aquino.

Na tela
Baden Powell e seu belíssimo Samba Triste em gravação da década de 1960.

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